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Os Melhores Anos de Minha Vida

Florianópolis, 24 de maio de 2007.

Como é bom falar do futuro, porque será lá que vou ter os melhores anos de minha vida.

Ao completar 65 anos, compreendi a serenidade e paz que minha mãe Heloisa sempre passava a todos que a conheceram. Estava sempre presente e com um presente a dar, aceitando a todos e as coisas como elas eram. Não havia tristeza descontrolada, nem alegria em exagero. Tudo era na medida exata.

De meu pai, aprendi que para ser feliz é preciso ser malandro e rico. E com sua didática e sabedoria de franciscano da ordem 3ª e médico explicava o que e como.
A maior malandragem que existe é ser honesto e transparente. Você não cai em contradição e sempre olha os outros nos olhos. Quanto à riqueza ele dizia: rico é quem não tem dívidas financeiras, morais, ou de favores.

Antes de colocar os 10 itens que procurarei ter como indicadores estratégicos da minha visão de 2017, não quero perder a mania de economista e observador para falar do cenário da economia brasileira.

O economista Dalton Gardimam em suas análises de comportamento financeiro colocou que apesar da transformação da quase hiperinflação dos anos 80 (financiamento público por emissão) que quase nos quebra, ao default de 98/99 (aumento explosivo da dívida pública) que nos deixou na lona, ao ajuste fiscal meia sola dos últimos anos (aumento de impostos ao invés de corte de despesas) que nos deixa sufocado pela carga fiscal chegamos a uma inflação baixa e controlada.

Esta situação deixa transparente nossa ainda incapacidade para ter juros mais baixos e a níveis mundiais.

Aqui fica claro que as verdadeiras mudanças ainda têm que serem feitas na redução das despesas públicas, na redução de impostos, na reforma fiscal, trabalhista, previdenciária.
Mas a reforma das reformas terá que ser no judiciário, na polícia e nos partidos políticos que são corporativistas e mantenedores do crime organizado que tem uma forte penetração no seu meio.

A impunidade está sempre garantida e aqui reside a principal causa da corrupção e quebra da moralidade.

Vejam uma velha recomendação para um jovem país que arrecada cerca de 40% do seu PIB apenas para manter uma burocracia corporativista, elitista, antiética e perversa que não atende em quase nada aos anseios de sua população.

 

“O orçamento nacional deve ser equilibrado. As dívidas públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada.
Os pagamentos a governos estrangeiros devem ser reduzidos, se a nação não quiser ir a falência.

As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública.”

Marcus Túllius Cícero, Roma 55 a.C.

 

Mas as coisas acontecerão e tanto acontecerão que seremos segundo o banco de investimento Goldman Sachs a 5ª economia do mundo em 2050, quase alcançando o PIB japonês.

Vivemos em um mundo de transformações, onde a maneira de pensar e agir serão profundamente alteradas pela globalização, mas o sentir apenas será mais apurado para uma qualidade de vida melhor.

As empresas serão o lugar onde acontecerão as grandes transformações e serão as escolas do aprendizado do novo viver e da nova forma de ser.
As novas empresas estarão sendo inventadas por novas lideranças que compartilham e geram organizações orgânicas, integradas e criativas.
Estou a disposição de vocês para aprofundar este tema, por favor, não se acanhem é o meu negócio.

Estou agora em 2017 e vejam como me vejo e vejo as circunstâncias que me cercam.

  1. Participei como sócio da criação de uma das melhores empresas de prestação de serviços em estratégia empresarial, em estruturas orgânicas, em educação corporativa, sempre com foco na satisfação do cliente.
  2. Esta empresa tem muitos sócios no Brasil e em outros países. Vive um ambiente maduro, íntegro e pró-ativo. Com parceiros em softwares, tecnologia da informação, de serviços, universidades e escolas nacionais e estrangeiras.
  3. Os indicadores de medição de qualidade do atendimento retratam clientes satisfeitos e amigos em um ambiente harmônico.
  4. Vejo um Brasil moderno, com crescimento acelerado e economicamente sustentável. Continuo morando em Florianópolis, cidade agradável, bonita e moderna, mas atuando em todo o Brasil e países da América.
  5. Estou com um bom patrimônio financeiro que me dá condições de viver com conforto, qualidade e viajar muito, sem ostentação ou luxo.
  6. Já tenho meu plano de vida para os próximos 10 anos e me sinto realizado com os trabalhos executados, livros, artigos, filmes que produzi e ajudei a produzir.
  7. Meus filhos estão bem, cada um a seu modo, são independentes, cada um no seu limite e virtudes, são meus amigos e confidentes mais perto. Meus netos me sentem como amigo e temos uma relação de carinho.
  8. Continuo na ação de desenvolver meu lado espiritual através de Cafh, sinto a “chispa” da fé católica no meu peito, e estou atuante na comunidade através de Rotary International. Estou atento a minha saúde física e continuo a andar oito quilômetros por pelo menos cinco vezes por semana.
  9. Silvia e eu estamos cada vez mais íntimos e nos amamos cada vez mais.
  10. Estou em paz e sinto felicidade aceitando a vida como ela é.

PS: Ainda bem que hoje em pleno outono de 2017 já estamos esquecidos de Fernando Henrique e seus sábios e Lula e seus primários e das oportunidades perdidas por eles ao se aliarem a tudo de ruim com ex partidos como PFL e PMDB. Felizmente, também, a ditadura militar que foi péssima não serve mais de pretexto para mais nada.

Um abraço e Até Sempre.

Geraldo Leal de Moraes

Consultor de Estratégia Empresarial e Educação Corporativo

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